domingo, 29 de maio de 2016

Uma "minoria" de 60% - mais do mesmo, e dos imbecis do costume


Ah, que "pérolas". Diz o povo e com razão, que "mais depressa se apanha um mentiroso do que um coxo". Aqui prefiro usar outra imagem: apanhar ESTES mentirosos é como pescar peixe num barril. Agora sobre o que mentem e porquê, deixo as razões ao vosso critério, mas como é facílimo desmentir estas mentiras tão flagrantes quanto delirantes, e "não tenho mais que fazer" (as dúzias de "post" com que aqueles "artistas" poluem o cosmos são "trabalho de equipa", pois) aqui vai mais um, e elas ficam lou-cas. Uáu!


Ah, mas antes disso falemos daquilo que ali as histéricas chamam "os meus números". Eu não tenho números nenhuns nem porra nenhuma, a não ser os DADOS OFICIAIS, neste caso os do "Office for National Statistics", relativos ao último Census de 2011. Antes que alguém atire com chanchadas do tipo "entre 2011 e agora a população britânica, especialmente a londrina, passou a ser "minoritariamente branca"", ou que "estes dados estão desactualizados", que é o que possivelmente faria ali a bichona da Afonsina, deixo-vos com o link para a página do ONS, directamente para o gráfico que vou colocar a seguir, e daí podem ver TODAS as estatísticas, algumas actualizadas tão recentemente como...no ano passado. É que a diferença entre estes tipos e aqueles totós, é que uns fazem o trabalho deles, que é este, e para o qual são pagos, enquanto outros ficam num buraco qualquer a disseminar o ódio e a difundir mentiras, e tudo isto com uma boa dose de "wishful thinking", desejando com toda a força que realmente o Reino Unido seja todo composto por "pretos e árabes", que é o tamanho e o sabor que eles mais gostam pelo rabiosque acima. Enquanto inventam estes números parvos, inserem objecto compridos e grossos pelo recto acima. Agora voltemos ao mundo real.


P'tante, os fregueses pediram o mapa étnicos de Londrezinha, não foi? Fresco ou natural? E não há que enganar, pois mesmo não estando assinalado em branco (ah!), pode-se observar que a população "branca" de Londres ainda ronda os 60%. Outra evidência detectável sem muito esforço para as pessoas normais (para estes tipos nem que lhes expliquem cem vezes, e com recurso aos mais avançados métodos e equipamentos pedagógicos ao serviço do ensino especial) é que Londres tem de longe a população etnicamente mais heterogénea da Inglaterra. Porquê? Sei lá, talvez porque é a capital, ou isso? E o mesmo se verifica nas restantes capitais europeias, especialmente as que tiveram DEZENAS de colónias, e neste caso em particular foram mesmo muitas, e espalhadas pelos quatro cantos do mundo? Epá, vou perder a cabeça e afirmar uma coisa sem recorrer a quaisquer dados, confiando inteiramente em nada mais que um palpite: em todo o mundo a capital administrativa ou económica de um país ou a sua cidade mais importante é aquela onde residem mais estrangeiros - não digo apenas "a capital" para me salvaguardar dos chicos-espertos que depois vêm atirar com Brasília mais a pqp a todos. Ando farto de idiotas, se me permitem o desabafo.


Agora os números propriamente ditos. Como se pode ver, o número de "não brancos" que preocupa estes amantes de piça (preocupa, quer dizer, querem-os todos para eles, os gulosos) é, temos que concordar, residual. O que são pouco mais de 5% de paquistaneses e bengalis numa cidade como Londres? Ou menos de 2% de árabes? Quando há seis brancos em cada dez gajos, e dos restantes quatro ainda temos pelo menos dois que são africanos, caribenhos ou chineses? Vão tomar na peida, pá. Ganhem mas é juízo. Ah, mas numa coisa têm razão, estes bois...


...mas nunca pelos motivos que alegam. De facto a população de Londres de etnia caucasiana baixou nos dez anos que separaram os dois últimos censos, mas se virem no quadro a comparação dos dados de 2001 e 2011, a população branca não-britânica foi o grupo que mais aumentou em número, quase duplicando. Isto vale pelo que vale, e não faço nenhuma leitura deste facto, e tendo em conta que não se está a levar a cabo nenhum Holocausto nem nenhum Holodomor de brancos em Inglaterra, só tenho uma explicação: os brancos não f...m. Pronto, já disse. Quer dizer, lá f... eles f..., mas não é uns com os outros - observem como o número de mestiços aumentou em todas as "modalidades" possíveis. Quer dizer, entre papar a Thatcher ou a Pocahontas, eu vou pela segunda, mas epá vocês que são pela "preservação das espécies autóctones" com as dentolas de fora, bigodes ridículos e panças de cerveja morna (blergh) fiquem lá com a dama de ferro todinha para vocês. Livra! Mas parece que aqui a "solução" não passa tanto por por os bifes a pinocar uns com os outros, mas antes por mandar embora os únicos que ainda contribuem para alguma liquidez demográfica, aspirando assim ao sonho da "população zero" - o ar afinal é "branco". Talvez não tanto em Hammersmith ou Newham, mas pronto. Quer dizer, não sei muito bem o que vai ali por aquele aquário de langonha que os gajos chamam encéfalo, se os próprios tótós nem se conseguem decidir se aquilo que os preocupa é haver menos britânicos, menos britânicos brancos, ou menos brancos? Deixai-me refrescar-vos a memória quanto a esse particular:


Qual é o maior imbecil? É só escolher, freguesa. O que menos me surpreende aqui é o "confusionismo" típico destes lorpas, que julgam que toda a gente é burra ou anda a dormir no ponto. Aquela dos "números oficiais" é boa, cuspidos assim para o ar a ver se cola no infinito, acabando depois por lhes cair em cheio na testa. Devem ser os mesmos números que dizem que a mãe daquele gajo é uma ganda pêga. E pronto, lá estou eu a "atentar contra o bom nome" do...anónimo. Isto diverte-me cumó caraças, pá. Vocês nem fazem ideia. Essa dos "nacionalistas" dizerem que só existem 25% de ingleses em Londres (o dept. de imigração de lá deve andar num afã alucinante) tem uma explicação simples. Isto é malta que se pela por piroca sortida, como já ficou estabelecido, e então não vêem mais nada à frente. Se forem perguntar ao Elton John, por exemplo, ele é capaz de dizer que a população branca de toda a Inglaterra "anda por volta dos 10%", e se perguntarem aos Village People, levam com um "Qual população branca? Uáú!". Mas já voltamos aos nacionalistas, oh, oh, oh, mas primeiro...


...vamos tentar entender afinal, quem votou no Sadiq Khan? Uma vez que é um dado adquirido que a população paquistanesa, bengali e árabe de Londres toda junta não chega a um milhão, e apenas uma pequena parte destes poderão votar (a não ser que nasçam com 18 anos, mas ali os broncos até isso seriam capazes de alegar, do alto daquele arranha-céus da burrice), quem votou no gajo? A este ponto gostaria de dizer que a participação ficou-se pelos 45,3%, o que é normal atendendo ao "tassekagandismo" a que os europeus em geral vetam o dever cívico. Epá se isto estivesse na iminência do apocalipse, como defende ali a histérica da Afonsina, os gajos largavam logo a chávena de Pecan Tea e iam votar. Já sei! Ficaram barricados em casa, pelos tais "alógenos", que selaram as portas com vigas, deixando os "puros e orgulhosos patrióticos" britânicos a suspirar "Darn it, I'd never!". Usem a vossa imaginação pá! Digam que sim, que é isso tudo, senão os gajos fazem birra, insultam-vos, ameaçam a cobro do anonimato, tudo "evidências" que só eu é que não consigo ver. Ah, agora para fechar com chave d'Ouro:


Ah! Vejam só isto: a malta anda mais interessada na "passa" do que no "nacionalismo". Lol, lol e mais lol. E não é aquele David Furnesh que é um cromo do caraças, com "um número cada vez mais crescente de apoiantes"? Se calhar esses precisam de instruções mais concretas na hora de preencher um boletim de voto. Talvez devessem começar por reconhecer as figuras geométricas; o quadrado, a cruz, e tal, e meses depois passar à fase em que se ensina a colocar uma dentro da outra. Vai ser complicado, acreditem. Mas atenção, respect! Aquele coisinho ali do Britain First, um tal Paul Golding, obteve mais de 30 mil votos. Uh...quem?


Ah, isto nazi abafador de piça, que foi ontem detido por levar a cabo uma marcha xenófoba, o que é por lei um crime em qualquer jurisdição civilizada que se preze? I see, I see... É este o tipo de ave rara que ali os derramados mentais querem preservar. Olha para a carinha de Forrest Gump mais gordo ali do gajo, que parece estar prestes a urrar qualquer coisa como "Oi oi! Millwall Football Club is ago! Oi oi!". E este "mayor" de Leicester, o tal Peter Soulsby, quem é? Deve ser um "alógeno" do piorio, um "muslo" proprietário de uma loja de kebab que serve de camuflagem a um laboratório do mal, onde se cozinha "terrorismo", além de "substituição demográfica". Querem ver?


Ah olha, sem o turbante e barba não o estava a reconhecer. Nem sem aquelas legendas parvas onde se lê coisas como "vou-vos violar e matar a todos e depois convertê-los ao Islão", como se convencessem alguém que foram essas as palavras exactas proferidas pelo "boneco". Uff, até que enfim uma pessoa civilizada, escolarizada e ciente. Ainda bem que estes sim, são ainda a maioria. Que bom para nós, gente que gosta da paz, e que não nos lixem os cornos com merdas próprias de retardados imbecis, cuja fome de piça morena leva a estes ataques de histeria. O pior são os atentados que eles levam a cabo pá, não com explosivos e o camandro, mas com aquele estrume, com que tentam entupir a inteligência alheia. Vão pensando no assunto, ó defs. Fui.


Estúpridos



Se eu fosse descrever o Brasil em termos de liberdade sexual baseando-me apenas naquilo que me é deixado saber (o mesmo que toda a gente, claro), diria que é "precocemente emancipado" - e já com o tempero do "politicamente correcto" incluído. Digamos que no vocabulário da sexualidade é uma das poucas coisas, senão a única, em que "precoce" não tem necessariamente um sentido negativo. Não quero falar do que não sei, porque nunca lá estive, mas os brasileiros não se parecem preocupar nada com a imagem que se passa para o exterior de país onde o deboche e a libertinagem são serventia da casa. É certo que se trata de um país quente, uma democracia, pelo menos oficialmente, com 250 milhões de habitantes, pobreza a dar com um pau, criminalidade elevada, quase a bater no tecto, em suma, são mais ou menos como as Filipinas, para usar um exemplo próximo, só que mais populoso (as Filipinas tem 100 milhões de almas), mais rico, mais tudo. Ajuda a explicar muita coisa se juntarmos a tudo isto o facto do Brasil ser um dos roteiros do turismo sexual, cortesia de americanos e cia., e em troca de dólares há de tudo no cardápio, dos 8 aos 80, da confissão homo e hetero, da preferência mono, bi, tri e multi, tudo, mas mesmo tudo.


Um amigo meu dizia-me que chegando ao Brasil, um turista arrisca-se "a ser violado logo no aeroporto". Escusado será dizer que este meu camarada também nunca lá esteve, mas faz a sua representação pessoal daquele país com base em filmes como este, "Turistas", que obrigou os seus produtores a apresentar um pedido de desculpas aos brasileiros. Bem, suponho que na base dessa retracção estará o apelo mais ou menos directo a que não se faça turismo no Brasil, o que, pensando bem, é sacanice da grossa. Agora quanto ao enredo propriamente dito, ufa, desculpem mas fico-me por considerar "exagero". Completamente falso? Nem chego perto da fogueira, quanto mais meter lá as mãos. A verdade é esta: o Brasil não é um país seguro, antes pelo contrário. Um exemplo: diz quem mora em S. Paulo que se nunca se foi assaltado naquela cidade, a mais populosa do Brasil, "é apenas uma questão de tempo" que aconteça. Um senhor macaense que tenho na minha lista do FB desabafou que "adora ver fotos" nas redes sociais, uma vez que ele próprio é um amante da fotografia, mas como vive em S. Paulo, "não se recomenda andar com a máquina fotográfica na rua" - nem precisou de explicar porquê. Exagero ou não, não são raras as vezes em que damos conta de notícias de tiroteios entre "gangues" rivais com o monopólio do tráfico de droga como pretexto, massacres levados a cabo por bandidos sem coração que imaginam as formas de matar mais demoradas e dolorosas, personagens como "Fernandinho Beira-Mar", um bandido que é uma espécie de celebridade, em suma, uma Arca de Noé "dread" em vias em naufragar no mar dos danados. E agora isto:


Pois é, o que ali vêem é uma mensagem de um babaca qualquer no Twitter, onde se nota o gozo enorme do camarada após divulgar um vídeo onde uma jovem de 16 anos aparece mal tratada depois de ter sido violada em grupo por 30 homens. Sim, trinta, o triplo de dez, e segundo as últimas notícias que actualizam este lamentável incidente, a polícias diz que "podem ter sido mais; 33, ou até 36". A polícia já recolheu o depoimento da vítima, e duvido que ela tenha o número exacto - desconfio a certo ponto terá perdido a conta, se é que começou a contar. Antes de continuar vou cometer uma inconfidência: isto não me chocou, de todo, sabendo aquilo que sei. Interpretem isto da maneira que quiserem, mas tenho visto muita indignação vinda de gente que se anda a fazer de "distraída". Se forem a qualquer dos muitos (centenas, talvez) sítios de pornografia grátis na rede, e escreverem no campo de busca frases como "putinha novinha na suruba", "novinha libera geral", "safadinha dando para todo o mundo", "putaria na favela", "socando a rola na novinha" e outras "coloridas" expressões desta estirpe, vejam que vídeos aparecem, e talvez "túnel na mina para a passagem do trem marreta" fique mais fácil de digerir. O palerma que exibe a vagina ensanguentada da pobre moça pode tê-lo feito parcialmente por achar aquilo uma coisa "normal". Muitos desses vídeos a que fiz referência são o que chama de "amateur porn", vídeos amadores, caseiros até, onde muitas vezes as imagens são recolhidas sem autorização de uma ou mais partes, e normalmente aquelas que se aprestam ao papel de "elemento passivo". Muitas aparentam ser menores de idade, outras aparecem inebriadas, ou mesmo inconscientes,  e independentemente da sua autenticidade não faltam aqueles em que um pateta alegre qualquer dá a entender que leva a namorada para casa, e filma a "festa" com uma câmara oculta, e sem que esta imagine sequer que se vai tornar uma "celebridade". Portanto não me venham com essa de "nova barbárie", porque "barbárie" pode ser que seja, agora novidade...por favor. Ah, mas mesmo assim...


...não podiam faltar as polémicas da ordem (ou "polêmicas", como eles dizem e escrevem lá). Nesta temos o músico Lobão a associar a libertinagem que grassa no Brasil com os casos de estupro - a propósito, esta palavra não é uma brasileirismo: é portuguesa "de gema". Nós é que não a usamos, optando antes por "violação", o que eu acho pouco prático. Até em alguns desportos, como no andebol, por exemplo, existe a figura da "violação", e fala-se da "violação das regras de trânsito" ou seja, "estupro" é muito mais preciso que "violação". Agora que já está feito este parêntesis, voltando ao caso em análise: este Lobão é parvo. Deve ser o Pedro Abrunhosa lá do sítio, que quando abre a boca sem ser para cantar (e mesmo assim...), debita um chorrilho de disparates de levar as mãos à cabeça, e ainda convencido que está a ser "incisivo", e "directo", e "retardado", porra pá, as verdades são para ser ditas, mas há coisas que nem se deviam pensar sequer. Isto de culpabilizar as vítimas de violação tem muito que se lhe diga, e não é para ser atirado assim sem mais nem menos, justificando-se com o guarda-chuva da "liberdade de opinião". Já falei disto aqui mais que uma vez, sou um tanto ou quanto reticente quanto à promiscuidade que se tem feito entre "violação" ou "estupro", e "relação não-consentida". Quantos pobres patetas foram para à choldra por terem dado uma queca sem a tipa lhes ter passado uma autorização autenticada no notário com duas testemunhas para dar o uso que quiser à sua crica. Ai a menina "estava demasiado bêbada para dar consentimento", ou deu e não se lembra, mas na hora da verdade qual delas vai optar por dizer que é uma badalhoca e logo à noite você pode também ser um contemplado? Claro que prefere dizer que é um "anjinho", que foi aliciada por aquele "monstro" para ir até à sua casa, e onde ele "abusou" dela. Só que neste caso em particular...


...foram mais de 30 "fregueses", 33 no mínimo. Vamos supor por instantes que no início aquilo até era para ser mais um "rolê responsa", e já não era a primeira vez. Pronto, eu sei, é cruel, mas a juntar a esta "salada", temos ainda um dado importante: tudo ocorreu num desses locais "problemáticos" onde são realizados os tais vídeos "amadores", que de "amador" no sentido "daquele que ama" nada têm. A própria linguagem está muitíssimo longe de se recomendar para uma senhora. É chungaria, pronto, resumindo e concluindo. Mesmo que fosse uma "suruba", nunca seria com 30 ou 33. Possivelmente nem 10, e ainda para mais com uma adolescente de 16 anos? E vão conseguir convencer alguém de que ela "pedia mais", quando ainda convalesce no hospital com uma rotura na bexiga? Mesmo que fosse a maior ninfomaníaca da Terra, e aposto que os tipos que levaram a cabo esta empreitada não estariam exactamente a "fazer amor" com a jovem. Sabendo o que a casa gasta, seguravam-na pelos cabelos, enquanto um ia os outros batiam-lhe com os membros na face, e tudo ao som de epítetos como "cachorra", e "safada". Outra vez, assumindo que a coisa foi premeditada deviam ter parado quando ela deixou de incentivar com "vai, gostoso, me f..." - isto mais uma vez fazendo fé nas películas deste género tão peculiar de cinema caseiro. E não façam essa cara, bolas, não disse nada que não seja facilmente verificável. Nem quero imaginar o que seria...


...se eu sugerisse que "ela pediu", ou "gostou". E claro que não, que coisa absurda, mas olha aí o que acontece quando se mobilizam os grupos que se dedicam a esta forma de "lobbyismo". Aposto o que quiserem que no meio de tanta gente (justificadamente) chocada com o incidente e preocupada com a segurança dos seus estão os moralistas, os falsos púdicos, as lésbicas, que odeiam homens e queriam que fque estes não pudessem olhar para as mulheres sequer, quanto mais lhes tocarem, em suma, os extremismos do costume, e o inevitável debate sobre "de quem é a culpa, afinal". Ora bem, já tivemos algo assim semelhante no México aqui há tempos, quando o então presidente Vicente Fox queria proibir as mini-saias, alegando que eram "um convite aos violadores", o que causou indignação...para uns. Outros há que concordam e manifestam essa concordância, e outros que preferem não se pronunciar, e se o mundo está como está, uma das razões é que há demasiados destes - a tal "maioria silenciosa", que eu diria antes ser uma "maioria lingrinhas" - "ai eu não sei, não tenho opinião, não quero cá confusões para o meu lado". Patético. Eu pessoalmente considero que as mulheres são livres de usarem o que muito bem lhes apetecer, e agora aqui vai: não são todas umas burras que não saibam distinguir decência de badalhoquice, e sabem respeitar pais, familiares, a vizinhança ou o companheiro, se o têm - é só usar o tal "senso comum", que por muito que digam que as mulheres não sabem usar, eu acredito que sabem, e na maior parte das vezes usam. Contudo...


...temos estes números, que dão conta de uma vítima de estupro a cada 11 segundos. Agora pode ser que haja quem desconfie desta estatística, e se forem "violações" como aquelas que aconteceram na passagem de ano em Colónia, na Alemanha, que consistiram não de 33 gajos a malhar numa pobre coitada mas em "beliscões" e "apalpões", pode ser que se trate de um "exagero". Ah sim, podia agora armar-me aqui em imbecil e questionar se o Brasil é um país islâmico, ou se em cada 11 segundos é um "refugiado" que comete estes crimes, mas só mesmo uma cabeça de alho-chocho é que vai associar esta lamentável forma de violência a uma religião. Ou ainda tentar branquear (ou desvalorizar, vá lá) os crimes a pedofilia cometidos por padres católicos com o argumento de que a pedofilia "não acontece SÓ na Igreja" (lol, a sério, juro). E como se resolve isto? Os políticos já se sabe: dali só vem merda. Uns colocam-se no campo dos que ficam revoltados, e quando este estiver "sobrelotado" de políticos com quem dividir o eleitorado, não se importam nada de culpar as mini-saias ou os bailes "funk" pelos elevados números do estupro, contando que isso lhes dê votos. O que eles dizem não se escreve, e quanto às autoridades, já se sabe, não fazem mais porque não estão para se chatear, e nem eu estaria, se fosse para levar para casa um ordenado que dá para pagar as contas e pouco mais, e arriscar-se diariamente a regressar na vertical, dando a entender para lá de quaisquer dúvidas de que depois disso não vai chegar mais nenhum cheque. É um problema muito mais complexo, e que pouco ou nada vem a propósito deste caso. Ah sim, e os brasileiros de um modo geral detestam a polícia.


Não é a toa que os estrangeiros têm do Brasil uma ideia que pode muito bem estar errada, de que os brasileiros não pensam em mais nada senão sexo, e que estão muito mais receptivos a praticá-lo com alguém que não conhecem ou conhecem mal, ou ainda que alinham numa relação casual sem muitas reservas. Temos o Carnaval, por exemplo, que aos olhos de quem não aprofundou os seus conhecimentos sobre o significado do Carnaval ou as origens da sua variante brasileira, não passa de uma "international fair" de chicha, que depois basta ir até lá e provar. Por mais que alguns afirmem todos cheios de certezas parvas que o Brasil é a capital mundial do deboche, há ali pessoas que não estão para aturar a boçalidade alheia, e por incrível que pareça, nós portugueses também conseguimos ser bem rústicos quando calha. Basta ver a disposição com que alguns "machos lusitanos" vão visitar o Brasil pela primeira vez, ostentando um sorrisinho pateta mal tiram os presuntos do avião, esfregando as mãos e balbuciando "eh eh, elá, opá!", julgando que o hotel oferece um serviço em que uma mulata desnudada sacode a bunda em frente à sua tromba enquanto espera para fazer o cadastro. Recordo o lamentável episódio que ocorreu em 2001, quando um grupo de empresários portugueses encontrou a morte em Fortaleza, depois de confiar num tal Militão, também ele um português, só que radicado, que os sequestrou e eventualmente matou, apenas para lhes ficar com o dinheiro. E qual foi  a primeira coisa que lhes ocorreu quando chegaram ao Brasil? Putas. Até parece alguma condição sine-qua-non para atestar a masculinidade, ou que chegar ao Brasil e não dar uma queca na primeira meia hora depois de se chegar é como ir a Roma e não ver o papa. Eu se fosse brasileiro ficaria ofendido com esta estereotipagem tosca. Mas então e aquela "febre dos trópicos" que por ali anda, como se explica?


Escolhi um exemplo que pode muito bem ilustrar certas concepções que se tem do Brasil e dos brasileiros, e que custam um pouco mais a assimilar a quem não nasceu no país Tropical, etc. etc. Fui ao arquivo "pescar" este artigo de Dezembro de 2012 que dediquei a uma série que tinha acabado de passar na TDM: "Engraçadinha - seus amores e seus pecados". O argumento era da autoria de Nélson Rodrigues, um dos grandes, senão o maior argumentista de ficção brasileiro, e reparem no que escrevi na altura a propósito deste seu trabalho em particular:

"(...) É uma produção bastante audaz, como nos têm habituado tantas séries brasileiras, mas que aqui "corre a galope" sem qualquer tipo de preconceito, qual Lady Godiva. Temos o líbido, a sensualidade, a paixão carnal e a nudez tratados de forma directa e sem rodeios, com interpretações e diálogos a condizer. Agrada-me especialmente a forma como nos é dado a conhecer o monólogo interior dos personagens, aquilo que estão a pensar. Surpreendeu-me a qualidade mas não a natureza do argumento, não fosse o próprio Nélson Rodrigues um autor orgulhosamente "brasileiro"; o homem que um dia disse que "A Europa é uma burrice aparelhada de museus". A sua audácia é tenaz, pois apesar de ter nascido em 1912, defendia que "Todo tímido é candidato a um crime sexual". Um homem muito à frente do seu tempo, que lia bem a natureza humana e oferecia-nos o sensual e o erótico sem cair no facilitismo da libertinagem.(...)".

E mantenho tudo, palavra por palavra, e aproveito ainda para reiterar a mesma ideia. Os brasileiros não são debochados, fáceis ou descartáveis: são livres - não libertinos. E parece que se orgulham disso, porque é uma qualidade (sim, qualidade) que "marca a diferença", e fazem o que fazem melhor que ninguém, e só eles sabem "o que é que a baiana tem". Seria uma tragédia se de repente se ficassem restringidos pelas amarras do conservadorismo. Há um sem número de brasileiros que iniciam a sua vida sexual aos 16 anos, ou até mais cedo, e quando as coisas correm de feição dão graças por viver num país onde podem expressar fisicamente a sua imensa paixão, e nem querem imaginar o que seria se não pudessem. Agora é preciso é encontrar um ponto óptimo, que não passa certamente por estacionar o furão na primeira toca que estiver a mão sem bater primeiro à porta. Pode ser que a culpa seja do Guaraná, do açaí, do vatapá, do candomblé, do bumba meu boi, sei lá, mas entrar sem ser convidado é muito feio, ó "mermãos". Vamos lá atinar com isso de uma vez por todas, que a "barra dura" nunca é a melhor solução. Valeu?


sábado, 28 de maio de 2016

Lição de Português (para débeis mentais)



Lava mais branco



Este é um vídeo de uma publicidade a uma marca de detergente que vi passar ontem durante o dia todo no Facebook, normalmente acompanhado de comentários na sua maioria demonstrando indignação pelo "racismo" patenteado na mensagem do anúncio. Nele vemos uma jovem chinesa e o seu vizinho, um preto, africano, aquilo que lhe quiserem chamar (não há qualquer referência quanto à origem do indivíduo em questão). O sr. preto, que parece ter estado a pintar a casa de branco - isto fazendo fé nas manchas de tinta que ostenta na cara - encosta-se à porta da casa da vizinha, manda-lhe uns piropos (tem bom gosto, o tipo), ela convida-o para entrar e enfia-o na máquina de lavar, de onde sai um asiático alto e com umas cores que se não fosse pela (exagerada) maquilhagem descreveria como "saudáveis", no mínimo. Conclusão: o detergente em causa é uma espécie de Dr. Mengele dos detergentes, que através de químicos transforma a aparência dos indivíduos de uma etnia numa outra díspar.

Mesmo na rede YouTube, de onde extraí o vídeo, as mensagens eram, no seu geral, de indignação, revolta, e até "asco" - por um produto de limpeza, imagine-se. Nem valia pena exercer o contraditório, até sob pena de ser mal interpretado, mas parece-me que estes comentadores de tanto andarem a querer somar pontos para o seu "politically correct card" não tiveram sequer em conta que o anúncio foi feito na China. Parece que na hora de apontar as diferenças os chineses têm responsabilidades numas coisas, e não tanto noutras. Ironicamente, na hora de separar as águas, ouve-se dizer "os chineses estão bem é na China", mas quando toca a exigir que cumpram no seu próprio país as normativas dos padrões ocidentais, o caso muda completamente de figura. O anúncio é um bocado parvo, sim, para a nossa maneira de entender as coisas, mas de "racista" não tem nada - quem é a vítima aqui, afinal? O tipo que fez de preto no anúncio recebeu o "cachet" e foi à sua vidinha, e não consta que terá obstado à ideia. Agora não me digam que "não percebeu", que isso sim, seria mais "racista". Ou pelo menos "racista", do meu modo de entender o que vocês consideram a chinfrineira a que algumas pessoas se prestam para obter determinadas vantagens, ou abster-se de cumprir os deveres que cabem a todos, sejam eles brancos, pretos, amarelos ou azuis.

Na China existe ainda o culto da alvura como sinal de pureza, e passa de geração para geração como uma faca na manteiga no dia mais quente do Verão. Basta entrar numa dessas lojas de cosméticos que encontramos aos pontapés aqui por Macau, e notar como a maioria dos cartazes publicitários anunciam uma vasta gama de produtos que garantem "uma pele mais branca", mesmo os que prometem também "retardar o envelhecimento". Entre as minhas colegas chinesas, mesmo as mais novas, na hora de "cortar na casaca" de outra ou outras, já as escutei usar este critério: "fulana é preta", ou seja, neste caso tem a pele mais bronzeada que a sua. Isto explica-se facilmente com uma estratificação social que já vem da antiguidade; a realeza, as princesas, modelos de beleza e bom gosto, tinham a pele "branca como o leite", enquanto as camponesas, que trabalhavam de sol a sol, tinham a pele mais escura, bronzeada. E não é só na China, mas na Ásia em geral, e lembrei-me de um episódio que me aconteceu uma das últimas vezes que estive na Tailândia. Numa tarde em que fazia um calor de suar as lagostas, estava eu a ver umas camisolas numa tendinha em Bangkok, e reparei que a vendedora estava com uma t-shirt completa com mangas compridas daquelas que se tiram e põem, quase a tapar-lhe as mãos. Quando lhe perguntei se não sentia calor, ela respondeu-me que "não queria apanhar sol, para não ficar mais preta". Há alguém tão velhaco ao ponto de ver algum "racismo" nisto?

Os chineses são etnocentristas, e sempre foram, e isto não é de ontem, mas de há séculos, muito antes de se cunhar o conceito ocidental de "racismo", e se neste existe o factor da segregação, exclusão ou outro tipo de diferenciação, o etnocentrismo chinês não implica que exista um grupo étnico superior, e outro inferior - existem grupos "diferentes", isso sim. Quando se diz que a China "é outra cultura", convém usar essa medida para tudo, e não apenas para o que nos dá mais jeito, ou como pretexto para fotografar templos e pagodes, que alguns ocidentais contemplam como um boi que olha para um palácio, para surpresa dos chineses, que "estão fartos de ver aquilo". Contudo o que eles não vêem assim com tanta frequência são estrangeiros, e que se aplica para os pretos, serve para os brancos, também. Há casos reportados de desconforto na hora de lidar com os estrangeiros, especialmente os ocidentais, mas isso deve-se mais ao orgulho próprio do que a uma forma de rejeição. Os chineses conhecem-se "de gingeira", e sabem o que esperar de um camarada seu, mas não como lidar com um estrangeiro, e temem sobretudo "perder a face". Quem esteve na China, reparou certamente que os chineses que não falam inglês são muito mais reservados, um pouco ariscos, até, enquanto os que falam pelo menos o suficiente para se fazerem entender são mais desinibidos, e em alguns casos são capazes de aproveitar qualquer pretexto para "se meterem" com um ocidental. Ser capaz de comunicar com um ocidental é sinal de educação esmerada, e isto deixa os pais orgulhosos, mesmo que estes não sejam capazes de dizer mais do que "yes" e "no".

Há chineses que se mesclam com estrangeiros, claro, e quanto ao exemplo que vemos aqui no anúncio, há casais compostos de mulheres chinesas e homens pretos. Porquê? Porque gostam, e se permitem o aparte, tenho um caso destes na minha própria família (na da minha esposa, entenda-se). Algumas mulheres chinesas oprimem os sentimentos por imposições de índole cultural, outras há que mandam as convenções à fava, e a modernidade vai tornando as coisas menos complicadas. De um modo geral, os chineses convencem-se que a sua natureza de unicidade leva a que os relacionamentos só resultarão entre eles, com outros da sua etnia e "background" cultural, e uma jovem que opte por ter um namorado ou marido preto, arrisca-se a ser considerada "extravagante", mas nos dias que correm, raros serão os casos em que se dá rejeição por parte da família. Isto depende de muito mais do que a "cor dos bois", se me faço entender; uma jovem que seja diligente, esforçada, boa filha e sem antecedentes que levem a considerá-la remotamente "problemática", convence sem dificuldades os pais de que sabe muito bem o que faz, e estes normalmente confiam nela. Caso contrário, desconfiam de qualquer um, mesmo que seja um chinês "a cheirar a notas de conto" (ou de "yuan", ao câmbio local). Pode ser que desconfiem de algum tipo de deslumbramento da parte da moça (será que existe uma palavra para "jungle fever" em chinês?), mas certamente que não lhe precisam de explicar a "bagagem" cultural que ela própria carrega, ou de alguns obstáculos que a sua opção podem vir a trazer.  Se os restantes familiares ou amigos da família "estranham"? Claro que estranham, e o camarada que se amancebar com a moça terá que estar preparado para ser durante algum tempo o centro das atenções. Depois habituam-se, e até consideram ter uma vantagem nesse sentido, comparativamente com as famílias mais puristas. Os filhos podem até ser azuis às bolinhas lilás, que se nascer na China, leva com uma educação chinesa como qualquer outro - isto é, se os pais não optarem por um colégio internacional ou algo do género, mas isso já são detalhes.

Contam-se histórias de indivíduos de cor na China que são objecto daquilo que no Ocidente consideramos "discriminação", e já expliquei há dois parágrafos qual a razão disto acontecer, mas há que acrescentar um ou outro pormenor mais "exótico" - tenho um amigo preto aqui em Macau a quem chegou a acontecer ser abordado por uma jovem que lhe começou a raspar a mão com um dedo, para "ver se a tinta saía" (já agora ele contou-me isto rindo a bandeiras despregadas). Ora bem, pode ser que se dêem casos semelhantes, mas isto deve-se à ignorância, e aqui uso a palavra no seu sentido mais puro e inocente. É o mesmo que no caso do leitor não souber nadar, por exemplo, porque nunca aprendeu, nunca calhou, sei lá, tem fobia a piscinas e praias, pronto. Admite que o chamem "ignorante" por causa disso? Claro que não, coração, e é por isso que certas comparações acabam por cair no saco do absurdo. Falo de certos artolas que a propósito deste vídeo comentaram qualquer coisa como "se fosse na Europa", ou "se fosse no Ocidente". Mas que grande "se", este, e no caso de ainda não terem entendido bem a diferença - e é possível que não tenham, uma vez que muitos são debilitados de raciocínio - aconselho que consultem um mapa, uma vez que dar sermões de História é como chover no molhado. Já agora, para quem ainda tem dúvidas quanto ao "racismo" dos chineses, recordo neste link que a China e os chineses foram recentemente considerados os mais receptivos a acolher refugiados. E esta, hein?

Quanto ao anúncio, deve conseguir passar na perfeição a mensagem para o mercado a que se destina, e sabiam também que em chinês dizer que alguma coisa "é preta" pode significar que "dá azar"? A cor preto (ou tal como o branco, "ausência da cor", um mero preciosismo) já existia antes de se espetar com ela nas pessoas, e pior do que isso, para atingir fins...pouco claros? Parece um bocado esquisito, posto desta forma, mas não está mal. E a propósito, alguém se lembrou de apontar o dedo ao detergente OMO e ao seu "slogan" "OMO lava mais branco"? Eu não entendo muito bem o critério para se considerar algo que não interfere com a cidadania de alguém como "racista",  mas os entendidos vão encontrar algum "racismo" ali, com toda a certeza.


sexta-feira, 27 de maio de 2016

Tomá lá mais uma, ó ganda fdp


...e não a chupes toda de uma só vez, ó maluca.

Sim, talvez devesse estampar uma etiqueta de PG ou avisar as pessoas sensíveis de que este post não é aconselhável para elas, mas não vale a pena, porque "now it's personal, and I'm pissed off" - leia-se isto com a pronúncia do Arnold Schwarzenegger. O que se passa é que - e como seria de esperar - os panilas da extrema-direita, esses "modelos de coragem" que nem assumem a autoria do esterco que debitam "querem-me bater", e citando uma delas, a mais histérica "vamos apanhar as fotografias todas dele, antes que ele as tire, depressa, ui ui". Olha, é assim ó minha vaca tetuda leiteira, não só não tiro nada como ainda te ofereço mais esta, e agora vai em frente, ó biscate a preço de saldo. Quero ver é como é que essa "fúria" toda chega cá de Évora. Montada no tronco mais grosso de um chaparro, aposto. Ai não é esse, o de Évora? É um deles, e quando tiver os IPs completos vão andar todas doidas a abanar as mãozinhas e a ganir "ai ai que nos apanham", "ai ai e agora, e agora?". Façam o que fizerem, de mim já não se livram. Ah, ameaçar é para meninas, e de facto "não faço ideia com quem me meti". Lá "meter" é o que vocês queriam, não era suas rotas? De facto calculei mal o salto. Pensei que ainda fossem daquelas que dão luta, ou que têm o mínimo de dignidade, mas afinal...



Olha para isto, parecem umas pêgas relaxadas. Que arraial de putedo que p'ra aqui vai, e com "moi" trazido ao barulho no papel de macho alfa. Blargh!

- "Ó quiducha, vocês brigaram, foi?

- "Ai eu não falo mais com ele, estúpido". 

- "Ai que horror, que ele é neo-marxista, eu a-do-ro, chupo-os todos. Vou chamá-lo Lalá Cardo, e é todo meu, toma!"

- "Ai fica com ele que eu não quero, que ele não gosta do meu Portugalinho tão bonitinho"

- "Ai ele chama-te um figo, maluca!"

- "Uólha, uólha, as parvas do Ponto Final citaram-no, que horror, gulosas. E eu não entendi na-da. Ai!". 

Sinceramente, isto até mete dó. Juro que quando li isto tomei banho umas três vezes, fónix. E não, ó Afonsina, não foi para te ir papar toda ou lá o que estás praí a pensar, ó badalhoca. Este roto é um autêntico "study case":


Juro que nunca tinha visto tanto desdém quando é por demais evidente que piça afro é o prato predilecto desta doida - ao pequeno-almoço, almoço, lanche e jantar, com os fogos de artifício a ficarem para a noitinha. E lá precisa de se justificar, a lambusona? "Ai é por casa do Ósébio quê cando veje um prete fique logue de quatre ca linguinha de fora, ui ui". Ai os filmes porno da vertente "interracial", que ele já os sabe todos de cor. É para praticar o gemido quando o N'Kongolo lhe entrar pela caverna adentro, ora pois.


E o que dizer deste "dyke show", com duas fufas desconsoladas a confortarem-se uma à outra? 

"Buh, uh, uh, os meus nazizinhos queridos perderam as eleições na Áustria, ai que eu quero morrer, buh uh. Se perdermos o referendo e a manas inglesas ficarem com aquele horroroso do Junqueira, eu mato-me, juro que me mato, ai estúpidas! Parvas!" - Diz a Joaninha Josefina Rega-a-Horta-com-salsichas-Nobre, "triste e desiludida".

"Ai não, não sejas parva, estúpida! Eu também fiquei bubu e nem escrevi nesse dia. Mas ai olha, finalmente juntei-me aos PNRs e eles são óóóptimos, filha! Nem sei o que me fez esperar tanto tempo, ui ui!" - responde a rota da Afonsina, que é uma "nacionalista", ai que porca, que medo.

Patético, para dizer o mínimo. Porreiro, juntou-se ao PNR, e da próxima vez que forem abichanar para o Martim Moniz e atirarem para lá uma cabeça de porco (!) à pressa e cheios de nhufa (ai Zé depressa, sai dai que eles islamizam-te todo, ui!), vai lá estar este artista. Fazendo fé na sua prosa de rabeta doida, o que não lhe confere lá muita credibilidade, diga-se em abono da verdade. Ah, a propósito:


"Ai quando eu vi ele a publicar o nome completo da minha amiga, até me deu uma coisinha má. Quase que desmaiei. Uólha que ainda parti uma unha, que horror"! De facto faz confusão a esta amoeba que as pessoas se tratem pelo nome, uma vez que está habituado a tratar toda a gente por "filho da puta". Uma confusão que se explica pelo facto da mãe do gajo, tremenda badalhoca, ter andado a rodar pela Festa do Avante e pelos concertos do Bonga e do Dani Silva nos anos 80, e por isso desenvolveu aquele complexo "nacionalista", que embirra com a "esquerdalha" (a que eu pertenço, aparentemente, por não ser panilas como ele) e com os "pretos" e "alógenos" - o azar foi ter herdado a comichão da mãezinha, que o faz suspirar por bacamartes dantescos, sendo o seu grande sonho picolho levar com o maço de Deus pelo rego acima, todinho. Epá que já vou deixar o gajo todo humedecido com esta conversa, que até começa a pingar do cu das calças. Foge! Ah sim,  e que tal menos conversa e vires até aqui - e atenção que não é para eu te fazer passar as cócegas - mas para veres de perto as pedras da calçada, e como são "bonitas" e "nacionalistas". Palhaço...é por tudo isto e muito mais (e há muuuiiito mais) que esta merda não assume o esterco que vomita: tem amor à boquinha por onde chupa e aos dentinhos de fada. E ainda levas mais, não perdes pela demora.


Agora nós. Se há coisa para a qual não tenho mesmo pachorra nenhuma é para gajas com a telha, aqui no sentido figurado, claro. O Hugo Manuel Dias Gaspar andou meses a dar uma de "tolerante" e "democrático", quando na verdade andava a espumar da boca e a trepar pelas paredes cada vez que deparava com os meus remoques aos seus (ainda sim hilariantes, dentro do "kitsch") "elaborados raciocínios", e especialmente aos "malabarismos intelectuais", que sempre achei divertidos e inofensivos - tenho a certeza que não foi a educação que teve que o levou a enveredar pelos caminhos do "nacionalismo", como o outro picolho ali em cima, que nem tem ponta por onde se pegue. Eu mantenho exactamente o mesmo que penso e sempre pensei, e talvez não esteja muito habituado a este tipo de "teimosia", e não outra coisa, uma vez que ficou bem patente que me acha "incoerente". Mas é o que se leva daqui, para o bem e para o mal.

Curioso como diz que "os comentários que contêm merda são os que apaga". Eu nunca "apago" nada, basta não os publicar, mas prefiro manter os "impublicados" para memória futura. Um destes explica o facto de eu tratar o Hugo Manuel Dias Gaspar pelo nome completo, que nem tem nada de extraordinário, e não por impropérios reles, como é apanágio dos seus amiguinhos (porra nenhuma, que você nem sabe quem são) - não foi você que o revelou a mim, pois não? Acontece que aqui há coisa de duas semanas chegou um  comentário assaz inoportuno (anónimo, obviamente) que continha assim uma espécie de "ficha completa" do Hugo Manuel Dias Gaspar, contendo informação pessoal que nunca solicitei, e que considerei deplorável. E já agora fica aqui esse reparo a quem quer que o tenha mandado, que não deve ter mais nada que fazer. Contudo achei piada à ideia de o tratar pelo nome completo. Eu nem era para lhe contar isto, que se calhar o vai deixar curioso (e melindrado), mas parece-me que o meu caro parece ser menos "selectivo" na "filtragem" que faz. Ainda hoje reparei que não é por acaso que o faz, ou inocentemente, e até compreendo e não fico aborrecido, uma vez que se tratou provavelmente de uma tentativa (debalde, como se pode agora constatar) de me "amaciar". Ora como pode ver, o resultado cifrou-se em danos colaterais diversos. Eu opto por manter a discrição, portanto não tire daqui segundas ou terceiras conclusões, ou faça outras leituras, como parece aliás ser feitio - não defeito - da sua parte.

Quanto a essa enigmática passagem onde diz que "também tem Facebook", suponho que se refere àquilo que chama de "vaidade" da minha parte, ou pelo menos o que explica o número de visitas ou a popularidade daqui da tasca, sei lá o que vai para aí nessa cabecinha a esse respeito, mas se a memória não lhe falhar outra vez (e olhe que falha muitas vezes) já ando nisto há um bom bocado. Nada que me demova do que quer que seja, mas parece-me também que o incomoda de sobremaneira que eu divulgue os "posts" onde teço considerações a seu respeito, mesmo que não seja capaz de o dizer com frontalidade, suponho? E portanto, se não estou em erro, a sua ideia é "fazer o mesmo", o que não me parece que seja uma opção que lhe agrade por aí além. Digo isto porque julgo que a razão do seu transtorno se deve ao pelo facto de não gostar de misturar as suas amizades no FB com aquilo que escreve, e como o compreendo - ao contrário de muita gente - e não gostar que eu partilhe a crítica que faço dos seus pontos de vista, que até acho que levo a cabo de uma forma mais ou menos "desportiva". Pelo menos atendendo à minha posição quanto a certos aspectos, que penso já ter deixado bem vincada. Espero que não leve a mal, e reflicta sobre o que realmente são as minhas intenções, que nada têm de maldoso, mas já se alguma coisa o incomoda, penso já ter dado sinais mais que evidentes de que pode falar comigo directamente, e sem rodeios de espécie nenhuma. Compreendo que seja mais um tipo de trato a que não esteja muito habituado, mas deixe lá que não é o único.

Já disse e volto a repetir, a ideia aqui é manter um registo da vivência em Macau, e mesmo que por vezes me veja ir por trilhos mais ermos e sombrios, prefiro pensar que "faz tudo parte". Afinal, você também é parcialmente chinês (somos, mesmo que eu apenas de alma e você discorde desta asserção), por isso deve entender o significado de "tim sun fu lat" - doce, amargo, adstringente e salgado. Como a vida deve ser. Por agora é só, passe bem.


PS: O meu nome completo é Luís Miguel Fernandes Crespo, bem foleiro, por sinal, mas aparentemente aquele "herói" que me quer "por na linha" precisa de saber. Deve ser para não me confundir com as outras centenas de Luís Crespos que há em Macau. Faz sentido, ao contrário. Ah, valente!


O tiro-liro-liro e o tiro-liro-ló - o encontro na blogosfera


Em relação aos dois "posts" anteriores, o que seria se os dois personagens se encontrassem? Um fartote, com toda a certeza. Mas aconteceu, aleluia! A Afonsina, o ideólogo da imagem de Deus a NÃO ter uma relação homossexual com S. José, ali em cima na imagem a atender ao serviço religioso semanal, e sempre a pensar na mesma coisa (o maroto), trocou impressões (genitais?) com José João Horta Nobre, ali em baixo, a urdir mais uma teoria da conspiração, e a contribuir com mais "fontes credíveis" para o mundo virtual. O quê, estes não são eles??? Ora essa, desmintam-me, minhas primas. É claro que nunca o farão, portanto pqp e toca a comer caladinhos. 


Ora bem, o tal "encontro" destes dois gigantes do merdume ocorreu na toca do primeiro, no blogue Totalitarismo Universal, e a propósito de mais uma mentira sem pés nem cabeça um post, que para variar falava da iminência de um ataque terrorista em Portugal! O que eles anseiam desesperadamente para que isso aconteça, para que possam afirmar com o peito cheio de orgulho: "eu vinha dizendo, eu avisei...". E de facto durante os últimos 5 anos ou mais é só que vêm fazendo todos os santos dias! Isto é mais difícil que adivinhar chuva, pensam o quê? Mas lá estou eu a gozar com coisas sérias, pá. Estando mais que que comprovado que o auto-proclamado Estado, mas para eles garantidamente Islâmico ataca "em países", e Portugal é...UM PAÍS! AH AH AH! "Pode ser o próximo". Ou não. Pode dar-se ainda o caso de ocorrer um sismo com consequências devastadoras. Ai não? Era o que diziam em 1755, e olha o que aconteceu. Se existisse twitter há 260 anos, aposto que o Portugal setecentista em massa ia rir: "Loool terramoto? Ganda troll!", só para depois estes dois cromos (ou os antepassados deles, neste caso) emergirem das cinzas e do mar de cadáveres aos pulinhos de contentes: tínhamos razão! Toma, toma. Mas calma, ó tementes dos tomates do terrorismo, que não precisais de vos esconder debaixo da cama a tremer com uma menininha pré-púbere a quem o tio gordo e peludo toca quando bebe demais - o José João Horta Nobre e a Afonsina da Ordem das Aspirantes ao Mangalho do Senhor têm a solução! Senão vide:


Sinceramente já nem sei se isto é sugestão, "wishful thinking" ou fetiche. Pronto, ok, o país inteiro devia parar, e cancelavam-se todos os eventos, pois existe a possibilidade de aparecer lá um maluco qualquer com uma semi-automática e cometer um massacre hediondo. Pode chover, também. É mais provável que chova, vendo bem. Ora bem, preocupado que um ataque destes seja perpetrado por "3 ou 4 turras", e aqui "turras" é a designação que os mestres em História Contemporânea dão aos "não-brancos", uma coisa deles, técnica portanto, sugere que "toda a gente devia andar armada" - com armas de fogo, note-se, pois "armado em parvo" já ele anda desde que se recorda. Iá, e só assim se podia neutralizar um dos tais "turras" caso este aparecesse num centro comercial. Penso que a parte do "a disparar" é supérflua para este contexto, pois para quê esperar que ele dispare primeiro, podendo limpar-se-lhe logo o sebo? Dixit o próprio num dos seus "posts": "cravar a espada no coração do inimigo, antes que o inimigo o faça a nós". Ah é verdade, para ilustrar esta belíssima piorreia, recorreu ao exemplo de...César. Se é a Júlio que se refere - e é possível que a maioria das pessoas o entenda desse jeito - não foi bem assim que as coisas aconteceram. Mas pronto, o mestre é V. Exa. piolhenta. 

A seguir conta mais uma mentira um episódio a propósito de uma conversa que teve HÁ UM ANO com um segurança do metro, que lhe contou que "viu um muçulmano a tirar fotos no túnel do metro". Este indivíduo, que tinha escrito na testa "não sou turista e sou muçulmano", estava a capturar imagens "dos pormenores técnicos do túnel do metro". Assumindo que o tal segurança não tem super-visão raio-x, o tal muçulmano não-turista não devia estar muito preocupado em que o gajo lhe tivesse quase em cima a observar o que fazia - que outra forma tem ele de garantir que os "pormenores técnicos" foram fotografados? Isto só pode querer dizer uma coisa: vai acontecer um atentado terrorista no metro MUITO BREVEMENTE. Sim, já passou um ano, e o "momento ideal para atacar"  deve acontecer mais cedo do que tarde, portanto o melhor é "mandar um e-mail ao SIS", que "não lhe respondeu". Assumindo que mandou mesmo um email aos serviços secretos (duvido a todo o gás que se tenha identificado, caso fosse verdade, que sinceramente também duvido que seja...), parecia mesmo muito preocupado com a eventualidade do metro ir pelos ares e poderem morrer centenas senão milhares de pessoas, ao ponto de "não se recordar bem se mandou o email para o endereço correcto". Os génios são mesmo assim, distraídos. Este além de não ser génio, é um autêntico burgesso.

Termina com mais um emocionante relato do mesmo segurança, que "apanhou um tipo a ver filmes do Estado Islâmico no computador portátil", na loja onde trabalhava (vá lá, não era o quartel-general de uma perigosa célula terrorista localizada no centro de Lisboa, e que só ele com a sua perícia conseguia detectar). Ainda não é crime ver filmes no computador portátil, mas tratando-se de um indivíduo do Paquistão ou "Bangladeche" (?) - não se sabe ao certo, que a etiqueta de origem havia caído - só pode querer dizer que é um terrorista! Quer dizer, ele também vê filmes do Estado Islâmico, mas não é um terrorista, p'lamordedeus. Diz ele, eu por exemplo gosto mais de filmes de foda, e também não entendo que encanto pode ter um filme "sobre o Estado Islâmico", mas suponho que mesmo nos países onde o grupo ataca, até as vítimas do terroristas são também ela terroristas - "it takes two to tango". De facto um gajo fica a pensar nessa merda cumó caraças, pá, mas não temei, que a Afonsina adoradora de piça divina responde. Ou acrescenta ao rol de disparates, tanto faz, decidam vocês:


Vamos por partes. Pode ser que reconheçam o primeiro parágrafo da resposta da bichona, e de facto não é mais do que a repetição do texto do Horta Nobre. Anos com a tromba amassada no travesseiro enquanto decorrem um pouco mais acima perfurações na anilha têm o seu preço, e a memória já não é o que era. A resposta é genial: se os terroristas forem inteligentes e planearem adequadamente o atentado, podem cometer um grande massacre. Ora essa, e eu a pensar que para isso precisavam de improvisar no próprio dia e andar a contar a toda a gente que iam rebentar com o metro, enquanto exibiam orgulhosamente o material explosivo. O que a gente aprende por aqui. Depois nem consegue disfarçar a inevitável tendência para a bichanice. Vê-se logo que na segunda resposta ele quer dizer que os portugueses velhos "não têm capacidade de erecção". E sim, de facto um revólver de calibre .32 não é nada comparado com uma AK47. Basucas para todos e mais uma pelo rabo acima do gajo, e fica tudo aviado, "prontes". Na última parte desta primeira metade, nota-se como se engasga com uma piça de ocasião, com que se entretinha a fazer um "fellatio" sem muita importância, só mesmo enquanto respondia ao outro palerma. Mas antes dos testículos o sufocarem, deixa-nos pérolas, e com recurso ao sarcasmo: "oh era um estudante de arquitectura oh oh oh". Claro que nunca poderia ser, uma vez que nenhum arquitecto é muçulmano, nem nenhum muçulmano é arquitecto - é o mesmo que se aplica aos terroristas, mas ao contrário, tão a ver? Os edifícios nos países islâmicos foram todos colocados lá pela graça de Alá, não sabiam?


Esta parte é que é do caraças, pá, a sério. Depois de assumir que os SIS "receberam o email" do outro palerma, mas não responderam "porque são muito reservados", os serviços secretos, dá uma série de dicas sobre o que fazer para estar preparado na eventualidade de um ataque terrorista - mas sem paranóias, atenção. Só que vai acontecer mesmo, de certeza, mais tarde ou mais cedo. Mas calma! Esqueçam tudo o que ouviram da Protecção Civil e das autoridades em geral, que a Afonsina diz-vos como agir. Primeiro "tirem as medidas a qualquer indivíduo que pareça suspeito", que traduzido para o bichanês, ele quer mesmo dizer é "se for um moreno espadaúdo com tez de caril, apalpem-no todo", e ajuda se o tipo "estiver bêbado", que é o que ela quer dizer com aquele "agir de forma errática". Mas o melhor vem mesmo a seguir, quando a maluca sugere que "toda a gente adquira uma arma!". Que boa ideia, pois não só assim "têm alguma hipótese perante um terrorista", como ainda podem escolher daqui do Regime Jurídico das Armas e Munições, na página da PGL, nos artigos 86º e seguintes, quantos anos de cana podem apanhar, consoante o tipo de arma ilegal possuem, e em que circunstâncias a usam - se a usam, pois a mera posse da mesma já vos garante umas férias "à sombra" (aposto que a Afonsina ia adorar, e deixar o sabonete cair no banho todos os dias). 

Mas que disparate, porque é que a arma teria que ser ilegal? Se não forem caçadores, nem uma alta patente do Estado ou das FA, podem pedir licença de porte de arma, justificando com "medo dos terroristas". Levavam logo duas, e no mesmo dia (não, provavelmente seriam detidos e interrogados, na melhor das hipóteses). Ah, isto acaba em beleza, com a proposta de um divertido exercício: "o que fariam vocês no lugar de um terrorista que quisesse matar toda a gente à sua volta"? É ainda mais divertido se o fizerem com a vossa arma ilegal, e de preferência carregada! Um serviço de bandeira, que esta afectada mental e o amiguinho oferecem "aos leitores do blogue". Adorei. Gente inteligente, sem dúvida, atenta, informada, preocupada com a segurança dos portugueses. PQP aos dois.


Quem é José João Horta Nobre (parte II)


Bem vindo à segunda parte da série "Quem é José João Horta Nobre", iniciada em finais de Março, e que pode muito bem terminar agora, ter mais uma parte, ou mais cinquenta - material não falta. Eu nem sequer estava muito virado para este lado, uma vez que o meu PC é velhinho e a recolha, corte e colagem do material (leia-se FACTOS) relativos a este tema deixam o CPU um tanto ou quanto "engasgado", só que...


...não resisto a um desafio. Aliás, mais uma vez o "Firehead", nome bloguístico de Hugo Manuel Dias Gaspar, insiste nessa mania de pensar que lá porque diz que as coisas são com ele gostava que fossem, são mesmo. Deve ter a ver com o facto do Hugo Manuel Dias Gaspar ser um fervoroso católico, e por isso crente, e num assomo de fé acredita poder transformar não a água em vinho, mas os textos noutra coisa, que lhe dê mais jeito, enfim, ou isso ou gosta mesmo de tomar toda a gente por lerda de raciocínio. Dou-lhe o benefício da dúvida, e vou pela primeira: julga-se o Frodo das declarações, e lê neles as intenções recorrendo para isso aos seus poderes telepáticos. Vêem como faz mais sentido assim e tudo? Acontece que não só duvidei de que o tal João José Horta Nobre era mestre em História, antes isso, que seria tudo muito mais simples, mas duvidei (e duvido) do João José Horta Nobre, ponto. De tudo, e especialmente da salubridade mental do indivíduo, e aqui sim, pode-se dar o caso de estarmos perante um caso de falsa identidade, ou usurpação da mesma. Ou em alternativa trata-se de facto dessa pessoa, que é tudo aquilo e mais alguma coisa, com a particularidade de lhe ter estalado a caixa de fusíveis algures durante o processo, e ter ficado gágá, chalupa, choné, etc. Quanto ao comentário integral do Hugo Manuel Dias Gaspar, bem como o seu contexto, fica para o post seguinte (promete, garanto), mas primeiro vamos tratar deste inclinado mental de que apenas se sabe que vai pelo nome de João José Horta Nobre nas redes sociais.


Começando pelo transtorno bipolar de que a criatura visivelmente padece. Estes comentários foram todos deixados no mesmo dia, pela ordem que assinalei, sendo 1 correspondente ao primeiro, e 3 ao último (podem gozar se quiserem, mas para esta gente é preciso explicar as coisas assim). Não tenho bem a certeza, mas penso que o período de tempo entre eles terá sido 15 ou 20 minutos - nunca mais de meia-hora. Começa por apresentar a sua tese de mestrado, que é uma coisa normalíssima, e quem tem uma e não a publicou online, anda com ela no bolso para toda a parte. Nome? Confere. Tese de mestrado? Bem, está ali, aparentemente tudo conforme manda a lei, e depois? Quem é, o que faz, qual a sua aparência, e o que mais o dota de credibilidade, e diria mais, impunidade, para disseminar os disparates da forma quase pornográfica que o faz? Depois chama-me "palhaço internacionalista", e mais à frente vão perceber que até me safei menos mal dessa, para de seguida achar que lhe estou a fazer um favor, ou lá o que é, bem, está ali, podem ver com os próprios olhos, e não faço mais leituras do que aquilo que lá está. Só que depois...


...não conseguiu conter a esquizofrenia, e foi por ali fora, com comentários desta tez, entre outros contendo insultos, ameaças de mortes e tudo mais, e todos num espaço de menos de uma hora. Seleccionei estes que achei o máximo, especialmente o último, onde se pode ler que eu "claramnte" escrevo mal, e que devia "aporender". Eu "aporendo" depois, tá bem? É que primeiro queria atestar a psicopatia de V. Exa., se não se importa. E longe de mim sugerir que o tal João José Horta Nobre é o autor de todos aqueles comentários, que é isso. Conhecem a "nação benfiquista"? Esta é a "nação horta-nobrista", que se mobilizou toda ao mesmo tempo para vir tão diplomaticamente expressar o seu desagrado pela referência pouco decorosa que fiz do seu semi-deus. O facto de ter vindo toda no espaço de poucos minutos e usar o mesmo estilo e tom do próprio João José Horta Nobre só mostra que estão bem amestrados, sim senhor. Afinal este tipo, que aparece todos os dias em todos os telejornais, e não há passo que o Governo dê sem o consultar primeiro (vendo bem, isto até seria mais mau que bom para ele, mas deixem lá), e além disso é imortal às vezes, é a pessoa mais tida, respeitada e considerada de Portugal! Mais do que Portugal, da Baixa da Banheira, Alhos Vedros e arredores! Quem sou eu para me meter com alguém que de tão inteligente que é, "dava-me uma sova" - que é o que as pessoas inteligentes fazem, portanto. Sorte a minha que ele "tem mais que fazer". Ai sim? Vamos ver isso, já, já.


Depois daquele agitado 20 de Março, e de ter publicado a primeira parte desta série dez dias depois, não só nunca mais tive notícias do indivíduo, como não fiz qualquer outra referência à sua pessoa. Ao contrário do que este comentário em cima, que deixou no blogue do Hugo Manuel Dias Gaspar sugere, nunca, mas nunca comentei no blogue do estafermo, e se passei lá uma vez foi muito - mas já vou mostrar porquê. Ai "não fez nenhuma referência à minha pessoa"? E isto depois de eu lhe ter implorado tanto? (nota aos débeis: estou a ser sarcástico). Vou já cortar as veias (idem: não, não vou). Mas vamos então ao blogue do João José Horta Nobre, que deve ser um espectáculo, uma vez que o autor é um indivíduo inteligentíssimo, e cujas habilitações precedem...e ficam por ali. Não vem mais nada a seguir. Bute lá.


Então não se vê logo que estamos aqui na presença de um Mestre, e em História, tal é o rigor científico com que aborda os temas, pautando-se por uma isenção exemplar, e tudo embrulhado numa linguagem cuidada, com a formalidade que se exige a quem conta a História, e não a inventa, certo? ERRADO! NÃO, NÃO E NÃO! O que qualquer pessoa NORMAL, SÓBRIA e DE BEM vê ali é mais do mesmo que se vê nos sanatórios da mesma cambada que com o argumento de uma "invasão para ontem" que demora anos a chegar, vai tentando manipular a opinião pública recorrendo à mentira, à deturpação de factos, às interpretações abusivas de notícias reais, declarações e/ou comentários, etc. etc. O "esquerdume de merda", "as putas do Bloco", "o Papa esquerdalho e traidor", os "refugiados-terroristas", está tudo ali, e como seria de esperar, os media "colaboram" com esta intrincada conspiração, que conta com a cumplicidade dos governos todos e não sei que mais, e portanto acreditem em "sites de notícias alternativos" - o dele, portanto. E o do Hugo Manuel Dias Gaspar, e o daquele bichano que suspira pelo sardo de Deus estacionado entre as nádegas, o da Lepra no Grelo, esses todos que tão generosa e descomprometidamente nos informam do que "os media convencionais não querem mostrar". Porque são "esquerdalha", ou lá o que é. Não é porque não aconteceu, atenção, eu é que "me recuso a aceitar a realidade", de que "três em cada dois franceses são muçulmanos". Então se até aquele mestrado com pernas, "defendido perante um júri na Universidade de Coimbra" - facto que nunca se cansam de referir, não se vá alguém "esquecer" - o diz, só pode mesmo ser verdade! Ainda têm dúvidas? Eu não só tenho dúvidas, como faço pouco e kago-lhe em cima - isto numa linguagem que ele entende melhor. A nova "arma" dos bem-intencionados da treta que propagam o ódio e a intolerância (e lá vão eles dizer pela enésima vez que eu sou "de esquerda", que dão a entender ser o extremo oposto de "completamente retardado") é esta: um indivíduo acima de qualquer suspeita na hora de comentar sobre os temas da actualidade, porque "sabe-a toda", com um "mestrado em História contemporânea" para o "provar". Haja gente burra que caia nessa.


Destaquei esta parte do blogue que achei um delírio - como pode haver gente tão arrogante ao ponto de considerar o resto da espécie humana completamente imbecil? Não é tão linear que alguém que deixe um comentário da natureza que ele refere lhe possa vir a trazer problemas, mas o mesmo não se pode dizer de quando o próprio apela várias vezes a que "se ataque o invasor, antes que ele ataque primeiro", referindo-se aos refugiados e outros "alógenos" ("estrangeiros" em burrês, idioma com o qual esta gente comunica zurra). Outro dado novo: o que causa as doenças? Os vírus? Think again: os imigrantes e refugiados. Vê-se que é um adepto do Trompas, este, e enquanto o estrambólico quase-candidato do Partido Republicano à Presidência dos EUA desafia quem ousa chamá-lo de "ignorante" a fazer "um teste de QI", algo improvável, e em todo o caso ele arranjaria uma forma de trocar as voltas caso alguém aceitasse, este diz-se "conhecedor da lei". De facto há ali muita matéria para procedimento criminal, nomeadamente quanto aos crimes referidos no artº 240º do Código Penal, mas teria sempre que ser através de queixa, e esta seria contra...desconhecidos. E é isso que ele é, um "desconhecido". O nome é aquele, o mestrado é real, mas a pessoa...nada. Quem diz maravilhas dele é anónimo (ou suspeito, caso do Hugo Manuel Dias Gaspar), quem afirma "conhecê-lo pessoalmente" é anónimo, enfim, nada, mas nada que me convença de nada a não ser que este indivíduo é um imbecil declarado, um fascizóide de escrivaninha, mais um complexado micro-fálico que espalha negrume com a esperança de algum pobre infeliz ir fazer o trabalho sujo que ele se abstém de fazer, cobarde e invertebrado que é.


E isto, para os que dizem cobras e lagartos e me fazem ameaças (e certamente vão continuar a fazer) sempre sob anonimato (duh...), não é nada, não existe. É muito simples: o sr. vem, identifica-se devidamente e comprova a sua identidade de modo a não restar sombra de dúvida, e eu publico um pedido formal de desculpas. Mas isso não interessa, claro. É tão provável como ele vir dar-me "uma sova", que daria com toda a certeza, uma vez que é "muito inteligente", sim senhor. Há mais do mesmo, há até o suficiente para uns 20 fascículos dedicados a este exemplar do criminalmente insano, mas hoje fico-me por aqui. Chega a ser indigesto, tanto esterco. 

(CONTINUA)


quinta-feira, 26 de maio de 2016

A (não) bicha doida


Certamente que se recordam desta imagem, que em Fevereiro esteve na origem de uma polémica parva, e que levaria o ideologicamente misto e confuso Bloco de Esquerda a retirar cartazes, com o pretexto de que "ofendiam os católicos". E de facto não faltaram vozes indignadas, que depois de se fazerem ouvir foram de imediato secundados pela carneirada que anda sempre à procura da "polemique du jour" para "aderir", e assim "ter opinião" e "fazer-se ouvir", como se isso fosse o mesmo que "respirar O2". Bah, testículos. Entre as vozes indignadas estavam outras esganiçadas, como o caso deste camarada a que fiz referência neste post, cujo prurido anal levou a fantasiar sobre os dotes de Deus, imaginando uma relação homossexual entre o putativo criador e (o pobre) José de Arimateia, modelo de virtudes para uns, o maior corno manso da História para outros - isto para quem acredita, entenda-se. Só que...


...o camarada, que é daqueles que pensa que toda a gente é BURRA, e que em matéria de arrogância só é excedido pela bichanice militante, veio "esclarecer" que "não insinuou que Deus e S. José mantinham uma relação homossexual". Pois não, nem eu no meu post afirmo que ele diz tal coisa, só que acontece que foi o ÚNICO que eu vi a projectar semelhante imagem. Só lhe faltava dizer que não disse coisa nenhuma, mas apanhado com língua de fora e ofegante perante a perspectiva de aconchegar o divino sardão no já latejante esfíncter, ficou-se por esta (patética) tentativa, mais uma, de atirar areia para os olhos de toda a gente. Claro, claro...ele não disse que Deus e S. José mantinham uma relação homossexual, mas antes o contrário, que NÃO mantinham - resta saber quem inicialmente afirmou aquilo que o camarada se apressou a desdizer. É a mesma coisa quando de repente lhe dá para dizer coisas como: "Sabes o que é que NÃO me apetecia mesmo nada agora? Um sardão afro pelo rego acima. Ai isso seria ho-rrí-vel, credo!".  A gente percebe, ó rico, mas mantém-te a uma distância segura, não te vá dar aí uma vontade de NÃO me abocanhar o mangalho. Livra! 

E quem é este afectado, esta bicha-louca, aquilo que os ingleses designam de "flaming homossexual", afinal?


Aí está, e como seria de esperar, o roto não só não se identifica, como ainda tem o desplante de insultar o fundador da nação, D. Afonso Henriques, por quem NÃO deve ter igualmente uma fixação homossexual, e NÃO delira com a ideia do "mata-mouros" o empalar to-di-nho de cima a baixo com a sua espada. Ui, o que ele NÃO adoraria que isso acontecesse.  E note-se como o fulano disfarça mal e badalhocamente, deixando transparecer a sua bichanice através dos seus filmes e livros "favoritos". Ele é "guerreiros" a "combater" com "força" nas "batalhas" nos campos da sua bufa, causando um autêntico "apocalipse" na bilha do moço, que gosta de ter o "zarolho" (Camões)  atravessado, seja ele o do rico ou do pobre, do "príncipe" ou do "barbeiro" ou outro qualquer, indiferente à cor, mas com preferência para o sardo "vermelho e negro" (referência às cores da cabeçorra e da pele do membro, respectivamente), e suspira por um "gangbang" com os "Celtas", a fazerem fila para o aliviar daquele "complexo". E com que então "o mito do poder masculino". Já sei, já sei, o que tu estás praí a ladrar é que o "Male Power" NÃO existe, e fazes questão de andar de rabo pró ar no caso de alguém querer provar o contrário, não é sua maluca? Pois, pois, claro que NÃO é nada, xim xim, a gente acredita.


O blogue do bicharoco é um tal "Totalitarismo Universalista", que eu ontem deixei de fora da dissertação que fiz aos restantes elementos do já infame Gangue das Batinas, e agora vendo bem até foi em boa hora que o vetei ao esquecimento - este merece um post todinho só para ele. Post, ah? Não mangalho, ó seu guloso. Querem lá ver. Bom, ou melhor, "péssimo". Esta macedónia de trolitada histérica que é o "Totalitarismo Universalista" não difere em número e grau das restantes da mesma laia: insultos a todos os que não partilhem da linha ideológica específica e concreta do autor, referências carregadas de síndroma pré-menstrual a figuras abstractas como "a esquerdalha", os "alógenos", enfim, todos os convidados para a bilha escancarada deste indivíduo, que claramente descarrega a sua bílis andrógina em todas as direcções. Algo que nunca faria caso estivesse devidamente identificado, e não digo isto como forma de desafio, ou por me interessar saber quem é o rabeta em questão. É apenas para comprovar a validade das asserções que faz, onde o absurdo e o surrealista marcam uma presença tão forte que torna impossível a seja quem for assumi-las. É provavelmente um daqueles tipos que anda por aí de rabo espetado à espera da "invasão islâmica", que vê "violações", "pedofilias" e "substituição demográfica" (que m... é essa?!) em toda a parte, em suma, mais "wishful thinking", nada de novo. 


Recorrente também é a presença de um certo personagem que dá pelo nome de Paul Joseph Watson, um imbecil que concorre a rei dos imbecis, e que faz vídeos como este, onde pega em afirmações completamente descontextualizadas que interpreta livremente (e abusivamente), elaborando a partir daí teorias da conspiração completamente delirantes. Mas porque será que isso não me surpreende?



Ah, lá está. A única diferença é que este copinho de leite britanóide dá a cara, até porque vive daquilo, coitado. É uma forma de prostituição, no fundo, com a diferença de que nada tem de nobre ou digno: é uma puta reles, em suma. Ah sim, o Papa Francisco, é verdade...


...aqui referido como "escroque", "traidor" e outros impropérios. Ao ponto que a bicha histérica chega, que para branquear o seu apetite por vara moura, responsabiliza o líder da Igreja Católica por aquele frequente e frenético vai-vem que ocorre no seu ânus. Assume, pá, sê pelo menos uma mulherzinha, já que nasceste gajo por engano (e aqui estou apenas a pressupor que se trata de um gajo).



 Aqui está mais um exemplo daquilo que venho a dizer. Alguém por aí conhece alguma associação de alemães altos, louros de olhos azuis preocupada com a "extinção da sua espécie"? Mais uma vez isto trata-se sim de "wishful thinking" - diz-se preocupado com a extinção desta "espécie" (que diabo), mas se encontrar algum alemão loiro de olhos azuis na rua começa aos gritinhos: "Ai Abdul anda cá depressa que está aqui mais um! Vem cá com a tua vara de Aladino e vamos proceder a uma 'substituição demográfica' ui, ui". Mas o que é isto? O que vejo eu na secção de comentários deste vomitório?


Epá isto é que tem sido um "desprezo" a que tenho sido vetado, que é uma coisa louca. Fosse eu daqui do gangue e ficava deitado na minha caminha a suspirar entre os lençóis cor-de-rosinha, soluçando ao som de "Even the Nights are Better" dos Air Supply, e tudo em vão! - afinal ele ainda "me ama" (ou "mama"). Que diacho, e depois eu é que "vivo obcecado" com o quê mesmo? Ah sim, vivo obcecado com coisas que "não existem", aparentemente. É muito simples: não está a acontecer NADA daquilo que estes camaradas fantasiam, e nem quero saber com que intenção o fazem, só que aqui quem tem que "provar" alguma coisa...sou eu! Ou seja, se eu não provar que "não existem" as tais "no-go zones", a "islamização da Europa" e não-sei-quê, é porque existem! Eles não precisam de provar nada! Os unicórnios existem, também. E o Pai Natal. E os esquimós, porque não? (aparte sarcástico, que para esta gente é preciso deixar bem claro, não se vão agarrar a isto como se fosse "prova cabal" de que "não sei do que falo"). E por falar em "falo"...


...que é o prato predilecto daqui da Afonsina. Ó meu ganda boi, roto do c..., Lalá Cardo é a tua tia transgender, ó palermóide. Vai-te lá esfregar numa parede, que eu não sou da tua turma, ó Rabinho dos Bosques. Vejam bem isto: o Sadiq Khan ganhou porque..."Londres é uma cidade minoritariamente branca". A sério?


Para dar conta dessa "tremenda invasão", recorri ao Instituto Nacional de Estatística Bife, e aos números do Census realizado em 2011. Pronto, já sei: foi em 2011, e entretanto a população islâmica "disparou", aumentando "em cinquenta mil vezes", e o diabo a sete. Quem tiver dois dedos de testa, entende agora o porquê da minha insistência neste tema: estão a ser ludibriados, acordem! Se insistem em acreditar nisto, então lamento mas a vossa agenda e intenções são tão pérfidas quanto a destes indivíduos, e se ficam "indignados" se são chamados de "xenófobos", não fiquem - é até um elogio, e para bom entendedor meia palavra basta. O que deve incomodar estes "queriduchos" não é o facto da população muçulmana na Inglaterra e Gales ter aumentado de 3,0% para 4,8% ("o triplo", ou mais, segundo eles, lol), mas sim o número de agnósticos ter disparado de 14,8% para 25,1% - um quarto da população! - em dez anos. Enquanto isso o número de cristãos baixou exponencialmente, de 71 para 59 pontos percentuais, uma margem quase idêntica (apenas pouco mais de um ponto percentual a menos) do número de novos agnósticos. Portanto como podem ver, os ex-cristãos não foram "obrigados a converter-se" a porra nenhuma - apenas ganharam juízo, só isso. Agora, as razões destes picolhos quererem culpabilizar uma outra religião pela escassez de rabiosques fresquinhos para os padrecos arrombarem, deixo ao vosso critério. Ah, é verdade, ia-me esquecendo: Londres, não é? A tal "maioria" não foi? Olha, queres ver que TODOS os muçulmanos de Inglaterra e Gales estão concentrados em Londres, e é por isso que o Sadiq Khan ganhou?


Pois é, lá de piça percebe a Afonsina, agora de números, está quieto, ó mal. Faz confusão a esta malta, quando a "Democracia" não pende para o estrume a que eles chamam "água de rosas". Mas pronto, isto é "Falso", e os números "verdadeiros" são aqueles que "a imprensa não quer mostrar", e que só existem naquelas cabecinhas perturbadas. Vão atrás deles, vão, depois não se queixem que não conseguem ficar sentados. Ah, depois "habituam-se", se calhar, e "até gostam". E é só, mas antes de me ir embora...


Ó COELHA, TIRA O PAUZINHO DA BOCA, SUA GULOSA! DEIXA A AFONSINA BRINCAR TAMBÉM!